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terça-feira, 10 de abril de 2012

Balsa atingida por draga é vistoriada pela Capitania dos Portos.

Créditos: Reprodução / TV Tribuna

A Capitania dos Portos realizou neste domingo uma nova vistoria na balsa atingida por uma draga na travessia entre Santos e Guarujá. O acidente ocorreu no início da tarde de sábado.

A conclusão do órgão vinculado à Marinha é de que a balsa SB-21 teve apenas danos superficiais e, por isso, já voltou a operar. Já a draga continua inativa. A Capitania aguarda um relatório que aponte as condições de uso do equipamento.

Segundo informações, o acidente aconteceu após o leme da draga travar e bater na embarcação no terminal de Guarujá. No momento da colisão, havia apenas ciclistas na balsa. Não houve feridos.

Com informações TV Tribuna via Jornal A Tribuna.

Família de náufrago continua buscas por conta própria no ES


Capitania dos Portos suspendeu as buscas na noite de domingo (8). Mergulhador está desaparecido no mar desde quinta-feira (5).



Foto: g1.globo.com


A família do mergulhador Arnaldo Schuwambach, 24 anos, que está desaparecido em alto-mar desde quinta-feira (5), disse nesta segunda-feira (9) que vai continuar as buscas por conta própria. Segundo a esposa dele, Talya Picoli Schuwambach, eles vão continuar fretando aeronaves particulares para sobrevoar o litoral do Espírito Santo. "A gente não vai desistir de jeito nenhum. Tenho certeza que ele está vivo", afirma.


A Capitania dos Portos do Espírito Santo comunicou, em nota, na noite deste domingo (8), que encerrou as buscas pelo mergulhador. Segundo a capitania, foram empregadas mais de 20 embarcações e 3 aeronaves, num período de 72 horas de busca, no total.


A família não se conforma com a decisão. "A expectativa da família é que a Capitania dos Portos reveja a decisão, porque é prematura. Estamos alugando aeronaves menores todos os dias, mais de uma vez por dia, com o apoio de amigos, empresários, gente que nem conhecemos. Precisamos desse apoio. Ainda não conseguimos um avião bimotor e precisamos de um para buscar mais longe. Ele pode estar em uma ilha, ou uma pedra", diz Talya.


Arnaldo e Talya se casaram há 17 dias. A esposa de Arnaldo conta que ele costumava assistir programas de sobrevivência em canais particulares. Segundo ela, ele tem mais de 10 anos de experiência no mar e é uma pessoa muito calma.


Talya disse que amigos mergulhadores mais experientes acreditam que Arnaldo já deve ter saído da divisa do estado e possivelmente está no Rio de Janeiro. "Pedimos clemência, para que a capitania ou qualquer outro órgão responsável faça contato com o Rio de Janeiro, porque ele pode estar lá. Eles não foram avisados ainda", afirma.


Um Inquérito Administrativo sobre Acidentes e Fatos da Navegação (IAFN) foi instaurado pela Capitania dos Portos para apuração das causas e dos possíveis responsáveis pelo incidente. O prazo para conclusão do inquérito é de 90 dias.


A capitania informou que "continuará a publicar este evento em Aviso aos Navegantes para que todos que naveguem na região fiquem atentos para uma possível localização da vítima. Ainda, qualquer nova informação sobre o desaparecido poderá ser passada à CPES por meio do “Disque Denúncia” (27) 2124-6526".


Nesta segunda-feira (9), o irmão de Arnaldo, Arthur Schuwambach, sobrevoou o litoral norte do estado, de Vila Velha até Regência. "As condições são boas, tudo está ajudando. Temos muita esperança de que ele está vivo. Queremos uma resposta da capitana. Queremos que ela retome as buscas", diz Arthur.


Desaparecimento
Arnaldo está desaparecido desde a tarde de quinta-feira (5), depois de sair para mergulhar com os amigos, na Praia da Costa, em Vila Velha. O universitário Vinícius Barboza, de 21 anos, que nadou por quatro horas até ser avistado por um navio e ser resgatado pelo helicóptero da Polícia Militar, falou pela primeira vez sobre o momento em que o amigo Arnaldo Schuwambach, 24 anos, desapareceu.


Ele e Vinícius ficaram perdidos a cerca de 21 km de distância do litoral da Praia da Costa.


"A lancha não deu defeito. O rapaz que pilotava a lancha é muito experiente, pescador profissional, inlcusive. Ele é habilitado e estava correto. Somos amigos há muitos anos. O que aconteceu é que ele nos perdeu de vista. A gente via ele, mas ele não via a gente. Quando ele achou que não ia mais nos encontrar, voltou até onde dá sinal e fez contato com terra. Se ele não tivesse feito isso, com certeza não ia ter ninguém para me ver passando na hora que passei perto do navio. O piloto da lancha foi e voltou várias vezes, mas ele não nos via".


Segundo Vinícius, ele e Arnaldo estavam nadando juntos, mas não amarrados um ao outro. "Combinamos de nadar para terra, mas acabamos nos distanciando um do outro. E em um determinado momento não nos vimos mais", conta.


Desde que foi resgatado, Vinícius acompanha e auxilia as buscas. "Fiquei acordado o tempo todo, estou tentando fazer o máximo. Ele era muito meu amigo, fui padrinho do casamento dele mês passado. Nem sei o que dizer. É uma situação muito difícil", desabafa.

    Fonte: g1.globo.com via Marataízes.com.br.

segunda-feira, 5 de março de 2012

São Paulo vai criar novas regras para uso de jet ski em represa

A Prefeitura de São Paulo vai regulamentar e fiscalizar o uso do jet ski nas represas da cidade. Em alguns locais, o uso do aparelho vai ser limitado já nas próximas semanas, como nas praias da Guarapiranga. Em outros pontos o uso pode ser simplesmente proibido.
A informação é da reportagem de Evandro Spinelli publicada na edição desta segunda-feira da Folha. A reportagem completa está disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha.
O aluguel de jet ski também deverá passar a ser fiscalizado. Quem quiser fazer esse tipo de atividade terá de abrir empresa.
Algumas questões, como as regras para o aluguel de jet ski, vão precisar virar lei e dependem de aprovação da Câmara Municipal. Outras coisas podem começar já, como a definição dos locais de embarque e desembarque.
Leticia Moreira/Folhapress

ACIDENTE
No último dia 26, um garoto de nove anos morreu durante um passeio de jet ski, na represa Billings, em Ribeirão Pires (Grande São Paulo). O aparelho era guiado pelo pai do menino, que não tinha autorização.
O garoto estava em uma boia náutica, que era puxada pelo jet ski, quando o pai perdeu o controle e o menino se chocou contra um pilar.
No último dia 18, uma menina de 3 anos morreu após ser atingida por um jet ski na praia de Guaratuba, em Bertioga (litoral de SP). Um adolescente de 13 anos admitiu ter ligado o veículo.
Com informações da Folha.com

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Após acidentes com jet ski, Marinha muda regras para tirar habilitação

A partir do dia 2 de julho, o interessado em pilotar a embarcação terá que fazer prova e ao menos quatro horas de aulas práticas.

Diante do número de acidentes com jet ski no País, a Marinha vai mudar o procedimento para quem pretende pilotar esse tipo de embarcação. Atualmente, a pessoa consegue a habilitação apenas com um exame de 40 questões de múltipla escolha. A partir do dia 2 de julho, o interessado terá que fazer a prova e ao menos quatro horas de aulas práticas. Para pilotar lancha, serão exigidas 10 horas para esse aprendizado. 

Segundo a Marinha, o início será apenas no meio do ano para que as entidades credenciadas (como marinas, clubes, escolas náuticas ) se adequem às novas regras.

“Estamos entrando em contato com as marinas, clubes, escolas náuticas e instrutores para cadastrá-los e informar sobre as novas regras. Quando alguém for fazer a prova para tirar a habilitação, precisará apresentar uma declarações que ateste a realização das aulas práticas”, explica o chefe de Segurança do Tráfego Aquaviário no Ceará, capitão Cerqueira.
Em todo o Brasil existem 65.134 jet skis registrados e a Marinha emite, em média, cerca de 5.500 habilitações para todas as categorias de amadores (arrais, mestre, capitão e motonauta) por mês.
A fiscalização de todas as embarcações é feita a partir da Lei de Segurança do Tráfego Aquaviário, Lei Nº 9.537, de 11 de dezembro de 1997, que regulamenta a segurança em águas sob jurisdição nacional. Assim que uma pessoa adquire uma embarcação deve regularizá-la em no máximo 15 dias, sob pena de multa.
Foto: Fernanda Simas
Jet ski que atingiu menina em Bertioga
De acordo com as Normas da Autoridade Marítima, as embarcações de propulsão a motor podem trafegar a partir de 200 metros da linha base (linha de arrebentação das ondas ou, no caso de lagos e lagoas, onde se inicia o espelho d'água).
Além disso, no caso dos jet skis, a chave de segurança deve estar atada ao colete salva-vidas ou ao pulso do condutor, por exemplo. Assim, caso a pessoa caia do equipamento, a chave sai da ignição e a máquina ou para automaticamente ou tem a velocidade reduzida, fazendo movimentos circulares, evitando que seja projetada em direção a outras pessoas.
O texto da Lei também afirma que “conduzir embarcação ou contratar tripulantes sem habilitação para operá-la” (artigo 11) é considerada uma infração administrativa e punida com sanções administrativas, multas de R$ 40 a R$ 3.200 e possível apreensão da embarcação.
Caso ocorra algum acidente com veículo conduzido por menor de idade ou pessoa não habilitada, é instaurado o Inquérito Administrativo sobre Acidentes e Fatos da Navegação (IAFN), por meio do qual são apuradas as causas do acidente, em até 90 dias. O IAFN é encaminhado para o Tribunal Marítimo que aplica a pena administrativa.
Trafegar sem possuir habilitação, sem o material de salvatagem (coletes e boias, por exemplo) e sem ter registrado a embarcação estão entre as principais infrações cometidas na água, de acordo com a Capitania dos Portos.
Águas abrigadas
A habilitação para qualquer categoria de amador só permite a chamada navegação de interior. Ou seja, em águas abrigadas, como lagos, lagoas, baías, rios, açudes e canais ou parcialmente abrigadas, como as enseadas. A altura das ondas, as condições de vento e agentes ambientais também são consideradas.
No caso dos jet skis, há ainda mais limitações. Se as condições do mar e do tempo dificultam o tráfego, mesmo em águas abrigadas, não é consentido que o motonauta navegue. A embarcação não é homologada para realizar navegação costeira.
Em janeiro deste ano, um grupo formado por 20 baianos não obedeceu a essas regras e acabou perdido no rio Pomongas, no município de Japaratuba, em Sergipe. Eles realizavam uma travessia de jet ski saindo do Rio Grande do Norte em direção a Camaçari, na Bahia.
Operação Verão em São Paulo
A chamada Operação Verão ocorre na alta temporada (dezembro a fevereiro), quando há um grande aumento das atividades náuticas e do tráfego de embarcações. Segundo a Capitania dos Portos de São Paulo, há 51.500 embarcações miúdas, ou seja, com menos de cinco metros de comprimento, registradas no Estado.
A fiscalização abrange toda a extensão da orla da Baixada Santista, represas, lagos e rios.
Desde o dia 15 de dezembro, quando teve início a Operação, foram registrados três acidentes envolvendo jet skis nas praias da Baixada Santista, 525 embarcações foram inspecionadas, 40 autos de infração foram emitidos, quatro embarcações foram apreendidas e cinco inquéritos administrativos foram abertos. Em 2011, a Capitania dos Portos de São Paulo cadastrou 7.537 embarcações.

Fonte: Ultimo Segundo IG .


 

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Governo confirma 2 mortes em base brasileira na Antártida



Site chileno divulga foto do incêndio em base Site http://www.informadorchile.com/


BRASÍLIA - Dois militares brasileiros morreram no incêndio ocorrido na madrugada deste sábado da Estação Antártica Comandante Ferraz (EACF). A informação, repassada no início da tarde por pesquisadores que estavam no local, foi confirmada pelo ministro da Defesa, Celso Amorim. As vítimas fatais são o suboficial Carlos Alberto Vieira Figueiredo e o primeiro-sargento Roberto Lopes dos Santos.
“Num ato de heroísmo, eles estiveram justamente no local de maior risco, na tentativa de debelar o incêndio e não conseguiram. Todos os pesquisadores e funcionários civis foram resgatados e já se encontram no continente, no Chile, e amanhã já devem estar de volta ao Brasil”, disse Amorim.
Segundo o ministro, 12 militares da Marinha, inclusive o comandante da base, ficaram numa base chilena vizinha à brasileira na Ilha Rei George, na Antártica. Eles devem retornar a Comandante Ferraz, para ajudar no trabalho de perícia e no resgate dos dois corpos. Um navio da Marinha brasileira também se deslocou para a Ilha Rei George, para ajudar na tarefa.
O filho do suboficial Figueiredo, o oficial da PM Vinicius Figueiredo, recebeu a notícia da morte do pai por volta das 17h30m. Carlos Alberto era natural de Vitória da Conquista, na Bahia, e tinha 47 anos. Havia morado três anos em São Gonçalo, no Rio de Janeiro, mas sua família retornou à Bahia quando ele viajou para a Antártica, em março do ano passado.
- Ligaram dizendo que o óbito foi confirmado. Ele estava tentando apagar o incêndio e o corpo provavelmente está carbonizado. Meu pai já estava para voltar. Tinha 30 anos de serviço na Marinha. Nunca demonstrou preocupação com a segurança na base. Ontem mesmo falamos com ele, por volta das 23h30m, e estava tudo normal - disse Vinicius, acrescentando que sua mãe está sob o efeito de remédios.


O acidente ocorreu na Praça de Máquinas, onde ficam os geradores de energia, por volta das 2h (horário de Brasília), segundo nota da Marinha do Brasil, que confirma um militar ferido, o primeiro-sargento Luciano Gomes Medeiros. Os integrantes do Grupo-Base (militares da Marinha responsáveis pela manutenção e operação da EACF) trabalham no combate ao incêndio.
De acordo com o governo, os 30 cientistas, um alpinista que presta apoio às atividades de pesquisa e um representante do Ministério do Meio Ambiente que estavam na Estação no momento do acidente estão bem e já foram para Punta Arenas (Chile). Um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) vai resgatar os militares e pesquisadores. De acordo com a FAB, o avião, um Hércules C-130, deve pousar em Punta Arenas à meia-noite deste domingo. A aeronave deve chegar ao Brasil por volta das 8h30, na Base Aérea do Galeão. Assim que as condições meteorológicas permitirem, uma equipe com apoio do navio chileno Lautaro vai se deslocar para a base para avaliar os danos causados à estrutura da Estação.


Pela internet, pesquisadores que estavam na estação relatam que o incêndio destruiu tudo na base brasileira e que houve explosão de nitrogênio. Yocie Yoneshigue Valentin, coordenadora do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Antártico de Pesquisas Ambientais (INCT-APA), disse que soube, por pesquisadores que estavam no local, que o alarme não tocou no momento do acidente e que todos tiveram que sair às pressas, sem levar bagagem nem documentos.
- Perdemos equipamentos caríssimos, de US$ 120 mil. Acredito que esteja tudo carbonizado. No verão, ficam cerca de 60 pessoas trabalhando lá, entre pesquisadores, militares e o pessoal do arsenal de Marinha - disse Yocie, acrescentando que todos os pesquisadores estão bem e vão voltar ao Brasil em um avião da FAB.
O Navio-Polar “Almirante Maximiano”, da Marinha, partiu de Punta Arenas em direção à EACF para prestar o apoio necessário. Ainda segundo a nota, dois navios da Marinha da Argentina e dois botes da Estação polonesa de Arctowski apoiam as ações nas imediações da EACF. E três helicópteros da Base chilena também prestam apoio.
Permanecem na EACF, além do Grupo-Base, 12 funcionários do Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro. A Marinha afirma que um Inquérito Policial Militar foi instaurado para apurar as causas do acidente.
Fonte: O Globo

Correio Braziliense: Falta de fiscalização facilita uso perigoso de jet skis em Lago Paranoá

Até crianças assumem o comando dos veículos e realizam manobras arriscadas perto dos banhistas e das margens do local.
Na QL 8/10 do Lago Sul, criança e adulto a bordo de jet ski fazem manobras próximo a banhistas. Depois, o menino assumiu o controle do veículo
Crianças e pessoas sem habilitação a guiar jet skis são cenas comuns no Lago Paranoá. Apesar da determinação da Marinha do Brasil de apenas maiores de 18 anos assumirem o comando do veículo, é possível notar o descumprimento da norma em pontos com grande movimento de banhistas e de embarcações. Ao longo da semana, o Correio flagrou dois casos alarmantes no espelho d´água, de meninos de 5 a 12 anos a pilotar jet skis próximo a banhistas.

Na cidade com a terceira maior frota náutica do país, falta ainda sinalização para que nenhuma embarcação se aproxime das margens do lago - norma da Marinha proíbe a navegação a menos de 200 metros da borda. Há uma semana, em São Paulo, um adolescente de 13 anos atropelou e matou uma criança de 3 anos após perder o controle do aparelho na praia de Guaratuba. De 2010 até agora, 16 jet skis conduzidos por menores foram apreendidos pela Capitania dos Portos de Brasília.


Correio Braziliense

Irregularidades e imprudências cometidas por pilotos de jet ski e banhistas colocam vidas em risco no Litoral

Piloto de jet ski em área irregular para manobras
Foto:  Gilmar de Souza  /  Agencia RBS
O desrespeito às regras de navegação, especialmente por pilotos de jet skis, coloca em risco a vida de banhistas na Praia de Perequê. Na manhã de terça-feira, a equipe do Jornal de Santa Catarina flagrou, em duas horas, pelo menos oito manobras irregulares que incluem desde o excesso de passageiros e falta de coletes salva-vidas, até o avanço das embarcações na área mais rasa, onde crianças brincavam no mar.
Imprudências como essas são as razões de acidentes como o que tirou a vida da menina Grazielly Almeida Lames, de três anos, que morreu após ser atingida por um jet ski enquanto brincava na areia, em Bertioga (SP).
— É algo que nos preocupa bastante, porque pode causar acidentes. Embora jet skis não tenham hélices, o risco está nas colisões — diz Juliano de Souza, soldado do Corpo de Bombeiros e responsável pela equipe de guarda-vidas do Perequê.
Piloto de jet ski em área irregular na praia
Delegado da Capitania dos Portos em Itajaí, capitão de fragata Fernando Anselmo Sampaio Mattos explica que, segundo as normas da Marinha, as embarcações só podem trafegar a 200 metros da areia. 
A exceção está nos chamados corredores de aproximação, que demarcam o caminho dos jet skis mar adentro. 
— Deveria haver mais locais específicos para os jet skis. A gente tem o brinquedo, mas não tem como acessar o mar. O único acesso é pela praia mesmo — reclama Luiz Santos, 45 anos, piloto de jet ski. 
Além de delimitar a área de navegação, as normas também proíbem que pessoas não habilitadas conduzam qualquer tipo de embarcação. Mas, de acordo com os banhistas, não é o que ocorre no Perequê: 
— Já vi até adolescente pilotando jet ski. É muita irresponsabilidade — diz o turista Alexandre Guerra, 38 anos, de Concórdia. 
A situação piora no decorrer da tarde, quando uma grande quantidade de embarcações volta do Caixa D`Aço, área conhecida por reunir embarcações em Porto Belo. 
— Muitos vêm embriagados. Na segunda-feira, uma lancha perdeu o controle e quase parou na areia — diz o veranista Marcio Laus, 48. 
Segundo o delegado da Capitania dos Portos, uma equipe da Marinha tem feito fiscalização constante no Caixa D´Aço na tentativa de flagrar condutores alcoolizados. 
Durante o feriado de Carnaval, duas pessoas foram autuadas em flagrante Desde o início da Operação Verão da Marinha, em 15 de dezembro do ano passado, foram feitas 25 notificações por irregularidades em jet skis em toda a área de atuação da Delegacia da Capitania dos Portos de Itajaí, que, no Litoral, abrange de Balneário Piçarras a Tijucas. 
— As pessoas têm uma falsa sensação de que o jet ski é um brinquedo, mas não é. Dependendo do modelo, um jet ski tem a mesma potência de um carro 1.8. Trata-se de uma embarcação, que tem que cumprir todas as normas — alerta o comandante. 

Banhistas também cometem irregularidades

Canal deveria ser usado apenas por jet skis

Cercada por marinas e dona de um canal natural para a manobra de embarcações, a Praia de Perequê atrai praticantes de esportes náuticos durante todo o verão. Mas não é apenas no mar que existe o risco de acidentes. 
A presença de banhistas no canal de aproximação, onde é permitida a passagem de lanchas e jet skis, também é perigosa. Sem noção do risco, alguns banhistas, na terça-feira, brincavam no Rio Perequê, que separa Porto Belo e Itapema, em meio às embarcações.

— É uma área perigosa, onde há correntes e buracos, além de ser local de manobra das embarcações. As pessoas não deveriam banhar-se ali — diz o secretário de Turismo de Porto Belo, Alexandre Stodieck.
JORNAL DE SANTA CATARINA

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Dois jet skis colidem em represa na zona sul de São Paulo

Dois jet skis se chocaram por volta das 14h30 desta terça-feira (21), na represa Guarapiranga, na zona sul de São Paulo. Ao menos uma pessoa ficou ferida.
Três equipes do Corpo de Bombeiros e uma do helicóptero Águia, da Polícia Militar, foram acionadas para resgatar a vítima, na avenida Atlântica, altura do número 3.686, no bairro Socorro. Ainda não há informação sobre o estado de saúde do ferido.
No último sábado (18), uma menina de 3 anos morreu após ser atingida na cabeça por um jet ski desgovernado em uma praia de Bertioga, no litoral paulista. O equipamento estaria sendo dirigido por um adolescente de 14 anos.
A Capitania dos Portos de São Paulo informou que instaurou um inquérito administrativo sobre o caso, com prazo de 90 dias para a conclusão.
Segundo a Capitania dos Portos, há 51.500 embarcações miúdas –com menos de cinco metros de comprimento– registradas no 8º Distrito Naval, que abriga o Estado de São Paulo.
Em 2011, foram registrados nos municípios da Baixada Santista (Bertioga, Guarujá, Santos, São Vicente, Cubatão, Praia Grande, Mongaguá, Itanhaém e Peruíbe) três acidentes envolvendo jet ski. A Capitania dos Portos de São Paulo afirma que realiza fiscalização das praias paulistas com frequência, de acordo com as “Normas de Segurança de Tráfego Aquaviário”. A fiscalização, diz o órgão, é intensificada durante o verão.

Desde 15 de dezembro, a capitania inspecionou 525 embarcações e fez 149 notificações. Quatro embarcações foram apreendidas e cinco inquéritos administrativos foram abertos. Trafegar sem habilitação está entre as infrações mais cometidas por usuários de jet ski, segundo a capitania.

Para pilotar jet ski é preciso ser maior de 18 anos.


Fonte: Uol.



O processo de habilitação para condução de embarcações por amadores deve ser revisado ???

Nosso Blog deixa aqui um espaço aberto para que você, leitor, possa expressar a sua opinião a respeito deste assunto que em meio aos acontecimentos dos últimos dias volta a entrar em pauta. Deixe aqui a sua opinião ! Participe !!! Aqui no Blog o Leitor tem seu espaço .


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domingo, 19 de fevereiro de 2012

Menina de 3 anos morre atropelada por jet sky em Bertioga

Piloto caiu e embarcação seguiu desgovernada até a praia onde atingiu a criança


Uma menina, de 3 anos, morreu atropelada por um jet ski desgovernado na tarde deste domingo, na praia de Guaratuba, em Bertioga, no litoral sul de São Paulo.

Segundo informações do Corpo de Bombeiros, a criança brincava na areia, próxima ao mar, quando foi atingida pelo jet sky. O piloto, que segundo testemunhas era um adolescente, havia caído da embarcação e o jet sky sozinho seguiu para a praia. O rapaz não foi encontrado, segundo os Bombeiros. Uma equipe do helicóptero Águia encaminhou a criança para o Hospital Municipal de Bertioga, mas ela não resistiu aos ferimentos e morreu.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Catamarã bate em píer desativado e deixa 55 feridos no Rio

O catamarã social Gávea I, da concessionária Barcas S/A, que transportava mais de 900 passageiros, se chocou contra um pier desativado ao lado da estação Praça 15 no início da tarde desta segunda-feira (28), informou a assessoria de imprensa da empresa. De acordo com o gerente de logística e atendimento ao usuário da empresa, Mário Góes, cerca de 25 pessoas ficaram feridas.
O acidente deixou os passageiros em pânico. De acordo com informações postadas pelos usuários do serviço nas redes sociais, o barco bateu duas vezes contra o atracadouro e há "muitas pessoas feridas". 
Por conta da colisão, cadeiras da embarcação chegaram a ser arrancadas. O fato foi fotografado pelos usuários, mas em entrevista à imprensa, Mário Góes chegou a negar o ocorrido. A assessoria de imprensa divulgou uma nota esclarecendo o  equívoco: " "Atualizando entrevista do gerente de Atendimento e Logística ao Usuário da Barcas S/A, Mário de Góes, quando foi informado que não havia cadeiras quebradas, a concessionária explica que, após avaliação de equipe técnica da empresa, foi apurado que realmente algumas cadeiras se quebraram e/ou soltaram, por conta do impacto". "As pessoas começaram a sair correndo, e quando a barca bateu, caíram todos uns por cima dos outros", contou Thais. A assessoria de imprensa informou que é recomendação de segurança informar os passageiros em caso de necessidade. 
Passageiros acrescentaram que a barca Gávea I nem chegou a desacelerar antes do impacto. "Quem estava desligado achou que estava no meio da baía", contou uma usuária do serviço. "Depois do primeiro impacto, muita gente levantou dos bancos para buscar os salva-vidas e então a barca bateu pela segunda vez. Houve pânico geral".
Thais informou ainda que uma idosa bateu com a cabeça e desmaiou. Uma menina ficou com o braço quebrado. Os passageiros foram transportados para outro barco, e começaram a atracar na estação do Rio de Janeiro cerca de 40 minutos após o acidente.